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Degrau a degrau: Maria Prata conta sobre sua trajetória até o universo das startups

11 de março de 2017

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Paradoxos que fazem sentido. A fada madrinha da moçada startup e empreendedora, a jornalista Maria Prata, trabalhou toda a vida em empresas corporativas já consolidadas e reinou por quase 20 anos no venenoso mundo da moda.

Mas isso não a impediu de comandar o programa de maior audiência da Globo News, Mundo S/A, que estreia a segunda temporada neste mês. A paulistana conta com paixão e entusiasmo as rápidas e múltiplas transformações pelas quais passa o universo das empresas turbinadas por ideias disruptivas.

“Tento me policiar para não falar o tempo todo essa palavra, que é o termo da vez”, brinca ela sobre a capacidade de “interromper ou alterar o seguimento normal de um processo”, o conceito por trás da economia criativa.

Enquanto conhece o trabalho dos seus entrevistados, seu tom de voz é firme, bem colocado e objetivo. São empreendedores como a esteticista Erika Bronze – que fatura alto bronzeando 30 mulheres em série em sua laje no Realengo, bairro carioca. E Kondzilla, nome por trás dos sucessos do funk paulista que desfilam por seu programa.

“Muita gente que não conseguia viver desses produtos inovadores, hoje consegue. O Millenial não fica dentro de uma caixinha”, defende.

O jornalismo foi quase uma casualidade. Depois de cursar o London College of Fashion onde estudou fotografia, artes e produção voltou ao Brasil e se inscreveu em desenho de moda. Sem querer ser estilista, nem escritora acabou sugada pelo network e entrando na área de comunicação como produtora de moda na Capricho.

Confira esta matéria completa e outras reportagens na Revista da GOL 180, já disponível em nossos voos e online pelos aplicativos da App Store e Google Play.

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